Wednesday, May 25, 2005

Canção do Asilo

Minha terra tem Palmeiras
Onde canta o marajá
O chumbo, que aqui gorjeia
Não gorjeia como lá

Em cismar, sozinho, à noite
Mais mulheres acho lá
Mais botecos satisfeitos
E moças à beira-mar

Minha casa é lá no morro
Tenho medo de voltar
Não permita Deus que eu morra
Sem que eu volte para lá

Sem que eu veja seus primores
Sem brandir o maracá
Da tribo tupiniquim
Que habita o além-mar

4 Comments:

At 10:56 PM, Anonymous scila said...

nossa, cra vc se garente mto mesmo, o.o, tô impressionada!
bjus

 
At 8:20 PM, Blogger pedro roney said...

Vamos lançar agora a campanha "Eu leio Afonso Roberto". Se você entra nesse blog, por favor, comente no último poema que houver lido qualquer coisa e na falta do que comentar, deixe simplesmente um "Eu leio Afonso Roberto"! É um incentivo ao autor e uma esperança de nos reunir a nós, leitores de tão fascinante obra!

 
At 3:00 PM, Anonymous Anonymous said...

uiashisa.. voh ateh moStrar pa minHa prof di literatura..
fikow + r00xx.. ashi xP
EU LEIU AFONSU ROBERTOo!
iaushuisahuisa esSi bokaum num preSta mermu naum.. ¬¬
u.u tah masSa kbesSudoO
#@@@@~~

 
At 10:34 AM, Anonymous Roberto Ruiz said...

Só comecei a ler com vontade, a escrever com vontade, quando decidir fazer Direito e, claro, conviver com o Afonso Roberto. Ele e seus poemas injetaram-me uma vacina que me curou da doença "não gostar de escrever e ler". É por isso e outras coisas que Eu comecei a ler e, agora, leio, leio mesmo, Afonso Roberto ;)

 

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